Kafka à beira-mar, de Haruki Murakami.

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Depois da trilogia 1Q84, também do Haruki (evidentemente), disse a mim própria que era impossível aquele ser o primeiro e o último livro que eu iria ler deste autor. Conheci pelo menos duas pessoas que após a primeira leitura, prometeram que leriam todos os livros da sua autoria. E não é para mais… Há realmente algo que prende a cada linha. O quê? Sinceramente não sei. Espero não desiludir-me. Mas sinceramente,  não acredito que isso venha a acontecer.

E que o meu desleixo com os livros este ano, termine rápido.  Não gosto de estar mais de um mês presa a um livro que sei que leio em duas semanas.

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E se ganhámos. É a prova de que o tempo traz o que é realmente nosso.

Estou com curiosidade de ler este livro do Daniel Oliveira. À partida parece um livro cliché e demasiado lamechas… mas às tantas, através dos excertos,  percebi que é simples… e para mim não há nada mais belo que as coisas simples.

Bom, e quanto a nós.. eu sempre acreditei. Porque acho que as pessoas, independentemente do espaço e do tempo, se pertencem de alguma maneira,  mesmo não estando juntas. Por alguma razão este blog se intitula Zahir. Chamem-lhe fantasia, sonho, ou o que quiserem. Mas para mim, o amor é a melhor forma de estar na vida. E eu gosto de estar bem. Gosto que estejamos bem.

O que havia para ganhar, já ganhámos. Juntos 💕

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B.

Dá para ver que hoje tenho companhia para dormir. Ainda ontem lhe mudava as fraldas, dava-lhe o biberão.  Já lá vão sete anos. E só dou realmente por isso quando ela se vira para mim e diz: “A sério? Tu não és normal”.  É aí que me revejo.

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chá

Já não vinha aqui há muito, muito tempo, mesmo. Passei para deixar registado que a minha alma está mais quente do que nunca. A vida dá voltas tão,  mas tão grandes….. Boa-noite!

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Tenho andado extremamente afastada deste meu canto. Não existem razões concretas para isso acontecer. Ou talvez existam e eu prefira simplesmente esquecer-me delas. Mas tenho saudades… Tenho saudades de escrever e de deixar aqui a minha marca. Saudade essa que traz o medo de arrasto. Medo não sei de quê, confesso. A minha vida deu uma volta muito, mas muito grande. Levou-me uma das coisas que eu tive de melhor desde que sou quem sou, e ao mesmo tempo trouxe-me aquilo que eu sempre quis. Portanto, posso constatar que, parece que para termos algo realmente bom, é necessário perdermos algo que amamos muito. Como uma troca que faz com que não tenhas TUDO o que realmente queres. Dando-te algo bom, mas retirando-te algo bom que já tinhas.  E é difícil lidar com esta crueldade. Mas ao mesmo tempo, aceitamo-la como seres humanos que somos. Talvez parte desta realidade me tenha levado a afastar e a ter medo agora que quero voltar.

Não quero fazer falsas promessas. Nem a ninguém, nem a mim própria. Sinto-me realmente feliz. Embora tenha um vazio dentro de mim, a vida trouxe-me também aquilo que me preenche a cada dia. É por me sentir assim, que nem sempre tenho a necessidade de vir aqui. Deixei de ter aquela facilidade que eu tinha de expressar por escrito aquilo que sinto, e desse modo tenho vivido e preenchido as páginas em branco sem uma caneta, apenas com os passos que dou.

Está quase a fazer um ano. É assustador como o tempo passa tão depressa. É assustador quando penso e chego à conclusão que realmente aconteceu.. Todos os dias parece mentira. Mas todos os dias, constato que já não te encontras entre nós. De todas as vezes que este espaço esteve tão vazio este ano, foi pelo vazio que deixaste em mim com a tua partida. E as palavras estão presas aqui algures. Um dia, elas soltam-se.

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17.

Adoro café. Ou melhor, sou mesmo louca por café. O café é daquelas coisas que se adoram ou detestam. É o cigarro de um não-fumador após uma refeição. E não há como dispensar ou não desfrutar de tal prazer. Isto para quem gosta, é claro. Sabe bem de manhã, após as refeições, à tarde, nos dias frios de Inverno e até mesmo nos dias quentes de verão, em que pensas duas vezes se o queres mesmo beber e ficar a transpirar. Mas depois, acabas por nunca dizer que não. É o pretexto para sair à rua quando não me apetece ou até mesmo quando me apetece mas não tenho onde ir. Quando bebo café, lembro-me sempre de ti. Ligação estúpida, é um facto. Mas lembro-me sempre. A tua boca sabe muitas vezes a café, e isso não é nada mau. Antes pelo contrário.

Sim, hoje vim aqui falar de café.
Porque hoje o café me soube especialmente bem.

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Veio substituir o beijo do qual tenho saudades.

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O dia de hoje lembra-me os dias frios de Inverno. Não necessariamente por estar uma temperatura baixa neste dia que é suposto ser de Verão, mas porque simplesmente o ambiente que me rodeia encontra-se frio e ao mesmo tempo aconchegante.
Talvez seja por serem 15h da tarde e as únicas luzes que me iluminam sejam as lâmpadas do tecto ao invés da luz solar tão característica nesta estação do ano.
Estou um tanto taciturna mas ao mesmo tenho o coração cheio. Cheio, cheio, cheio. Como nunca esteve.
Estou com saudades de quem partiu e a tentar aproveitar ao máximo o muito que resta de quem ficou. Esta é sem dúvida uma das lições que vieram para ficar na minha vida.

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