No banco dos réus

Não há nada mais sombrio que um homem sem fé. Não há nada mais perigoso que um homem com fé. A verdade é um jardim de infância e eu sou a criança que arde num balancé. 

Chamei-te de noite mas ninguém te ouviu. Chamei-te de dia mas ninguém te viu. Gritei por um mundo perfeito num abalo de fúria que mais ninguém sentiu.

Acredito na vontade de quem te seguiu. Acredito na cura de quem te ouviu. Mas a razão é um templo onde ainda rezam e o filho do Homem já o destruiu. 

Penitentes espirituais, somos mortais. Negligentes na revolta dos animais. A energia torna-nos únicos, somos só pontos de luz no imenso escuro.

Fuse.

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