Sintra

«Na estrada de Sintra, perto da meia-noite, ao luar, ao volante,
Na estrada de Sintra, que cansaço da própria imaginação,
Na estrada de Sintra, cada vez mais perto de Sintra,
Na estrada de Sintra, cada vez menos perto de mim…»

Fernando Pessoa

E como poderia eu desmentir-te se por vezes eu sou tu e tu és eu?

Porque neste momento, em que me encontro sem palavras para dar ao mundo, tu apareces. Pegas na caneta, agarras a minha mão e colocas-a sobre o papel. A magia faz-se. Não preciso de formalismos contigo. É como se nos conhecêssemos desde sempre. Como se tivéssemos sido sempre um só. Tu Pessoa, eu pessoa. A estreia da imortalidade no mundo terá sempre um lugar para ti, meu querido e velho amigo, Pessoa.

Daniela Teixeira

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